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domingo, 16 de outubro de 2011

Something special


Classic Endurance Racing – there’s something special about it. Sometimes, somehow, we feel like we’ve missed something, you know, a couple of generations of harsh voiced, insanely muscled and fast, ferocious and sensual endurance racing cars – physical racing cars. 917s, GT40s, T70s, MS670s, 512s & Co – and I’m not even thinking of the extreme Can-Am series’ M8s and 917s. Those days are gone. Fortunately, some of those legendary machines are still with us and some of their owners feel brave enough to return them back to where they belong – on the race track. That’s why the Classic Endurance Racing is so special – it allows you to feel these legendary machines breathing, roaring and competing on some of the best European race tracks – in 2011, Navarra, Spa, Imola, Silverstone, Estoril and Paul Ricard. The Classic Endurance Racing is an experience not to be missed. If you are used to modern digital racing cars you’ll notice the difference – eyes closed.

At Estoril (4,182 km), on September 24, 2011, there were 29 entries – two Fords, a Ferrari, five Porsches, a good selection of Lolas and Chevrons, a Sauber, a McLaren, a Ligier and a Toj. The afternoon was sunny and on the race track Carlos Barbot chased victory in his red 1972 Lola T 280 (33 laps – 1:00:20.420 h – 137,2 km/h) until suffering gearbox problems, being passed during the last lap by the golden 1977 Toj SC 302 DFV from Kevin Wilkins/Mike Catlow (33 laps – 1:00:19.485 h – 137,3 km/h). Overall, far from being a parade of expensive machinery, the race produced interesting fights, with occasional battle scars. Overall, a great experience, a time machine leading us back to the tough sixties and seventies endurance racing scene. Those days are gone – but thanks to the Classic Endurance Racing part of their magic lingers on.






sábado, 16 de janeiro de 2010

Imagens e momentos de um ritual.

Lola Mk III B 1969 - Pierre-Alan ( FRA )

Lola T 296 BDG 1977 - Kevin Wilkins/ Mike Catlow ( GB/ GB )

Porsche 935 1978 - Jean-Marc Merlin ( FRA )

Lola T212 FVC 1972 - Neil Primrose ( GB )

Porsche 910 1967 - Peter Voegele ( CHE )

Lola T280 DFV 1972 - David Ferrer (FRA )

Lola T298 BMW 1978 - Patrice Lafargue (FRA )

March 74S DFV 1974 - Jacques Nicolet ( FRA )

Lola T280 DFV 1972 - Michel Quiniou ( FRA )

Lola T70 Mk III 1967 - Jean-Marie Belletest/ Romain Belletest ( FRA/ FRA )
Chevrolet Corvette 1973 - Stephane Sabates ( FRA )
Nem sempre estamos prontos ou livres para definir um momento por palavras.
Desse momento... fica a imagem.
Nessa imagem a certeza da história.
Da história ... as memórias.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

De Tomaso Mangusta #8MA 1052




O De Tomaso Mangusta é criado pelo grande designer italiano Giorgetto Giugiaro. São produzidas 401 unidades entre 1967 e 1971. O #8MA 1052, de 1970, com motor Ford V8, foi recentemente adaptado para participar em provas de clássicos de velocidade em circuito, tendo a sua estreia na prova do CER -Classic Endurance Racing no circuito de Barcelona em 2009 onde alcança o primeiro lugar do Gr.3. Pilotado por Heiko Ostmann e Lucas Luhr, está também presente em Portimão na categoria de GT1, onde infelizmente não se classifica. Não sendo um exemplar com um histórico de competição, é certamente interessante a sua presença nos diversos circuitos onde se pode, por raríssimas vezes, ver um De Tomaso Mangusta neste em acção.

domingo, 29 de novembro de 2009

Ford GT40 # P1078






Depois do desapontamento de 1964, tudo recomeça com a preparação da época de 1965 para fazer face às vitórias da Ferrari, e à ameaça da Chaparral. É quando Roy Lunn, para fazer um carro realmente competitivo acha que o motor disponível não está à altura do desafio. Assim, na primavera de 1965, cria-se um protótipo preparado para receber o novo V8 de sete litros, denominado de MkII, com o qual Ken Miles obtém uma velocidade de ponta de 340/km em Dearborn. Nesse mesmo ano, Ken Miles e Phil Hill participam em Le Mans ficando provada a potência, mas não a resistência, devido talvez a uma preparação demasiado precipitada. Confiante, Henry Ford II convida Lee Beebe para chefe da equipa que irá levar o MkII para Le Mans em 1966. Para junto dele convida John Cowley, preparador de Stock-Cars, e, não olhando a despesas, em Agosto desse ano a Ford leva o novo MkII para testes em Daytona. Como resultado dessa evolução, o MkII surge com uma carroçaria mais baixa, uma frente mais curta e um novo sistema de travagem, melhorando a sua estabilidade, o poder de travagem e, acima de tudo, a velocidade de ponta. Chegados a 1966, e com um renovado espiríto de equipa, Ken Miles, com algum azar após dezoito horas de prova, abandona em Sebring com problemas de caixa, vence nas 24H de Daytona, e volta a Sebring para as 12H onde vence acompanhado de Rudy. Concluída esta prova, a equipa regressa a casa para rever todos os carros para a prova que já fervilha na cabeça de todos, Le Mans. Através de sofisticada aparelhagem e o uso de um dinamómetro são calculadas e avaliadas todas as zonas de travagem, aceleração, desaceleração, mudanças de caixa, rotações e médias num simulador. Os resultados são muito positivos. Para Le Mans são escolhidos e aprovados doze motores. No dia 18 de Junho dá-se inicio à grande prova onde a Ford chega com uma armada de oito MkII para uma luta directa com Ferrari P3 oficiais, Ferrari P2, e um Chaparral. Após doze horas estão seis Ford nas primeiras posições. Por fim, com três carros nos três primeiros lugares, cortar a meta em formação torna-se imperativo. Chris Amon e Bruce McLaren vencem, seguidos de Ken Miles e Denis Hulme, e por Ron Buckman e Dick Hutcherson. É assim, com alegria apoteótica, que a Ford alcança uma das mais expressivas vitórias da prova francesa.
Saído da fabrica a 5-4-1968 este magnífico exemplar com o chassis #P/1078 pertenceu a Geoffrey Edwards e entre 1968 e 1970 teve uma vida desportiva bastante activa.
1968 - Brands Hatch, #6 pilotado por Salmon/Piper obtendo o 6º lugar
1968 - 1000Km de Monza, #42 pilotado por Salmon/Piper não acabando a prova
1968 - 1000Km de Nurburgring, #75 pilotado por Salmon/Piper obtendo 14º lugar
1968 - 1000Km de Spa, #35 pilotado por Salmon/Piper não acabando a prova
1968 - 24H de Le Mans, #12 pilotado por Mike Salmon/Eric Liddell não acabando a prova
1970 - Aintree, #71 pilotado por David Weir obtendo o 4ºlugar
1970 - 1000KM de Nurburgring, #60 pilotado por De Cadenet/Forrester não acabando a prova
1970 - Snetterton, #217 pilotado por Ogier
1970 - 500Km de Vila Real, #35 pilotado por David Weir não acabando a prova
1970 - 1000Km de Osterreichring, #10 pilotado por Weir/De Cadenet obtendo o 10º lugar
1970 - 1000Km de Paris, #11 pilotado por Weir/De Cadenet obtendo o 7º lugar
Infelizmente, David Weir sofre um grave acidente em Silverstone; o Ford fica praticamente destruído, sendo vendido a Jonh Etheridge em 1971. Mais tarde, em 1978, o Ford volta a ser vendido e desta vez passa para as mãos de Jonh Heath. É adquirido mais tarde às mãos de Phill Rudd, membro do grupo musical AC/DC. Talvez pelo seu percurso como road car se tenha afastado da competição. Hoje, devolvido ao seu ambiente natural pelas mãos de Claude Nahum e Bernard Thuner, participa no CER - Classic Endurance Racing. Em Portimão obtém um 12º lugar.
O Ford GT40 é uma lenda. Graças a quem o pode manter, o sonho de quem o projectou e realizou permanece vivo. Na companhia de outras magníficas máquinas o asfalto de tantos circuitos mundiais torna-se o cenário onde podemos reviver as ansiedades e ambições dos seus criadores, dos seus mecânicos, dos seus pilotos. Da sua história. E nesses fugazes momentos podemos também nós, ainda bem, entusiasticamente, partilhar dos seus sonhos.





sábado, 3 de outubro de 2009

Bem-vindo, Portimão.

Infelizmente, ainda são raras as oportunidades de assistir a eventos desta natureza em Portugal. Compreendo certas dificuldades que se vivem actualmente no nosso desporto motorizado; mas a Organização do Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, ultrapassou-as, apostou nesse desafio e está de parabéns. Para mim, o traçado, as instalações, o acolhimento, a qualidade e variedade de participantes, o ambiente, são uma agradável surpresa; para o entusiasta, um verdadeiro santuário do desporto motorizado.

Pouco depois de chegar, pelas 7:45, sigo para o paddock do CER, Classic Endurance Racing. Ver aquelas máquinas imersas na alvorada, as cores a despertarem com os primeiros raios de sol, sentir-lhes a história, revela-se um momento inesquecível.

Ver o Ford GT40/P1078, recordar a sua passagem por Le Mans em 1968, ou em Portugal, em 1970, nas 6 Horas de Vila Real, é emocionante. Ver o Porsche 936 pilotado pelo grande Jacky Ickx e Reinhold Joest na prova de Le Mans de 1980, ou o Porsche 911 RSR 3.0L de John Fitzpatrick, vencedor da Classe GTS em 1975, reviver esses momentos lendários no paddock de Portimão, subitamente transformado em máquina do tempo, revela-se outro momento inesquecível.

Ouvem-se os primeiros motores, os bólides arrancam para a pista, ensurdecedores. O cheiro e as vibrações durante a sua passagem deixam no ar um ambiente de adrenalina e emoção, congelado avidamente pela câmara.

A vitória do Porsche 936 Martini pilotado por Jean-Marc Luco no excelente traçado de Portimão é mais ou menos previsível, pela sua potência e eficácia neste tipo de provas; basta recordar Le Mans em 1976, 1977 e 1981...

O Autódromo Internacional do Algarve está de parabéns, e nós entusiastas aguardamos ansiosamente por mais. Muito mais. Portugal tem de insistir; Boavista, Vila Real, Caramulo são alguns exemplos de persistência. Bem-vindo, Portimão.











terça-feira, 4 de agosto de 2009

Um Classico Vencedor



Nascido no seio de uma equipa de vencedores o Porsche 936 é por natureza um carro campeão.
Vence Le Mans em 1976, 1977 e 1981 pelas mãos de Jacky Ickx.
Em 14/15 de Junho de 1980 em Le Mans o chassis #936/80-004 Gr.6 da equipa Liqui Moly com o nº9 de Jacky Ickx e Reinhold Jost acaba em 2º lugar da geral com 336 voltas, percorrendo 4583,306Km.
Hoje mantendo o estatuto vence novamente mas com estilo de clássico. O cenário é Portimão a prova o Classic Endurance Racing. Pilotado por Jean-Marc Luco e desta feita com o nº1 muito mais ao seu estilo.